13 de março de 2009

Exóticos? Príncipe Charles temos literalmente PODER DE FOGO.

Somos tratados como Homo sapiens exoticus (a sub-espécie, esse nominho após o epíteto específico, é ficticia e inventada pelo exótico autor do post).

Temos chocalhos, índios, favelas, carnaval, mulatas, papagaios e a maior
BIODIVERSIDADE do Planeta.

A floresta que ajuda a regular a temperatura da terra está aqui, abaixo do equador.

Não precisamos de "favores", queremos business agregados à manutenção da paisagem geográfica e seus povos.

É injusto e grotesco sermos responsabilizados pelo
ônus da preservação do clima e qualidade de vida da BIOSFERA sem o bônus dos recursos de fazê-lo SUSTENTAVELMENTE em prol de todos.

Ser sustentável é ser
equilibrado. Desenvolvimento Sustentável deve vir acompanhado de recursos a quem preserva o que é vital a todos.

De acordo com o Portal G1, o príncipe Charles e sua esposa, a duquesa da Cornuália, Camilla Parker, assistiram a uma apresentação de crianças do Colégio Municipal Professor Maria Nazareth, escola pública que tem um projeto de proteção ao meio ambiente patrocinado pelo British Council no Jardim Botânico - RJ.

Ao som de uma bateria, o príncipe beijou a bandeira do casal mirim de mestre-sala e porta-bandeira da escola e, em seguida, cumprimentou e conversou com convidados do evento. Já a duquesa recebeu mais um buquê de flores, desta vez de Raquel Weller, de 9 anos, filha do reverendo David, da Igreja Anglicana de Botafogo.

Segundo o Ministro Carlos Minc sua alteza se comprometeu a reunir recursos para o Fundo Amazônia, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que financia projetos e ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento. De acordo com o ministro, o fundo já recebeu ajuda da Noruega e da Alemanha.

O Príncipe de Gales disse ser apaixonado pela Amazônia. Essa relação afetiva poderá ser recíproca se os EUROS despencarem do velho continente para preservar o objeto de contemplação de Charles. Quem ama cuida.

Eu também sou apaixonado pela Amazônia e mais, pelos Beatles. Não gosto de baterias, sou adepto de guitarras e blues.

Cada um no seu quadrado!

Viva a diverdade!!

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