Quinta-feira

Dia do Consumo Consciente

O uso das sacolinhas de plástico distribuídas pelo comércio já viraram um hábito cotidiano, daqueles que a gente não discute ou pensa a respeito – como jogar, na rua, pontas de cigarros, chicletes mascados, embalagens de doce. Tão inofensivo, não?

Pois é aí que mora o perigo. As tais sacolinhas, embora algo confortáveis, estão longe de ser inofensivas. Propomos, então, ver o problema, também, por outra perspectiva:

Você já pensou que a própria produção de plástico tem uma enorme pegada ambiental? Sim! Ela utiliza água, energia elétrica, petróleo e ainda libera, em sua fabricação, CFC (Clorofluorcarbono) – um gás que destrói a camada de ozônio. E tudo isto para acabar nos lixões, nos bueiros, no ambiente natural. Tem sentido, uma coisa destas?

Olhe em sua volta: tudo (mas tudo mesmo!) o que você vê é ou foi parte da natureza. Confere? É óbvio! Nada é produzido a partir de materiais de “outra dimensão”. É daqui mesmo, do nosso planeta, que retiramos tudo aquilo que utilizamos para viver. E o planeta tem um tamanho. Portanto, os recursos têm limites.

Assim, voltamos a perguntar: que sentido há em produzir algo que, além de ser facilmente substituível, será jogado fora, causando outros males além daqueles originados pela sua mera produção?
Acredite: ao usar as tais sacolinhas, estamos contribuindo – sem qualquer necessidade – para aumentar a demanda da humanidade por recursos naturais.

Estamos ajudando a imprimir, sobre o planeta, um rastro – uma pegada ecológica – cada vez maior. E já estamos em débito: a humanidade consome, atualmente, 25% a mais do que o planeta pode repor. Entramos no “cheque especial”, os juros são altos e serão pagos pelos nossos filhos e netos.

E, de volta ao início, que tal revermos nossos hábitos cotidianos mais arraigados e aparentemente inofensivos, olhando pela perspectiva do planeta, dos recursos naturais? Vale a pena. Precisamos amortizar nossa conta.

Dia do Consumo Consciente


15 de outubro foi a data escolhida pelo Ministério do Meio Ambiente para celebrar o Dia do Consumo Consciente. O desafio é estimular as pessoas a passar um dia sem usar sacolas plásticas.

A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa.

No Brasil, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora. Com uma conta rápida chegamos aos 36 milhões em 24 horas. Imagine quantos recursos naturais podem ser poupados em um único diade consumo consciente.

Participe desse desafio e ajude a diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolinhas. No dia 15 de outubro, adote um novo hábito de vida, contribua para diminuir esses números e se torne mais um consumidor consciente capaz de transformar a vida no Planeta. "Saco é um saco. Pra cidade, pro Planeta, pro Futuro e pra Você". Recuse, reduza, reutilize!
FONTE: WWF Brasil

Terça-feira

Onde inserir, no Mercado de Trabalho, tantos doutores?

No curto intervalo de duas décadas, entre 1981 e 2000, o Brasil passou da 28ª para 17ª posição no ranking mundial de produção de ciência. Os dados, relativos à elaboração de artigos científicos, são do Institute for Scientific Information (ISI), entidade de reconhecido prestígio em bibliometria.

Nesta posição, o Brasil está à frente da Bélgica, Escócia e Israel, entre outros, e bem próximo da Coréia do Sul, Suíça, Suécia, Índia e Holanda.
O avanço da pesquisa científica brasileira, apesar de dificuldades históricas que ainda permanecem, resulta de iniciativas tomadas há meio século, especialmente com a constituição do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), principal agência nacional de fomento.

Nos anos 60, além da criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também foram implantados vários cursos de pós-graduação destinados à formação de novos pesquisadores. Desde então, novas agências estaduais de apoio à pesquisa foram instaladas e fortalecidas. E, em meados dos anos 80, a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia enfatizou a política científica e definiu áreas estratégicas para investimento e apoio.

Entre as dificuldades que ainda emperram o desenvolvimento da ciência no Brasil estão a concentração das investigações em universidades e institutos públicos, com uma contrapartida pouco significativa da iniciativa privada, além do fluxo irregular de recursos financeiros.

Os cenários mais recentes, no entanto, acenam com perspectivas promissoras em relação a estas limitações. Empresas privadas estão se dando conta de novas perspectivas de negócios envolvendo pesquisa, desenvolvimento e aplicação. Do lado dos financiamentos públicos, os fundos setoriais – percentual de recursos obtidos com atividades como exploração de petróleo e energia elétrica, entre outros – devem ampliar sensivelmente os financiamentos destinados à pesquisa científica.

Por incrível que pareça, um novo desafio do Brasil é incorporar sua grande quantidade de doutores no mercado de trabalho. Um expediente usado até agora vem sendo a concessão de bolsas de pesquisa. Mas essa é uma situação improvisada que não pode continuar. As universidade públicas dispõem de cerca de 6 mil vagas, das quais apenas 2 mil deverão ser preenchidas no curto prazo. O país precisa dessa mão-de-obra altamente qualificada. Para que ela tenha um horizonte profissional é necessária maior audácia da iniciativa privada.

Sábado

Acabou a tinta! Reutilizar e reciclar reforçam o verde e azul do planeta.

Os cartuchos de tinta das impressoras comuns, pequenas, daquelas que se compra para casa, são considerados resíduos plásticos e devem ser jogados no lixo vermelho de coleta seletiva. "Embora haja outros materiais em sua composição, o plástico está presente em maior quantidade", diz Ana Maria Domingues Luz, ambientalista e presidente do Instituto GEA, organização da sociedade civil de interesse público que atua na área de educação ambiental. Embora não seja a solução ideal, já que nem tudo é reaproveitado, é ainda a melhor opção.

Outra recomendação de Ana Maria é levar os cartuchos para firmas que fazem recarga. “Existem várias empresas que fazem isso. Porém é preciso tomar cuidado para que o trabalho seja bem feito para não estragar a impressora”, diz. Uma precaução importante é saber o destino que se dão aos cartuchos que não serão mais utilizados.

Os fabricantes de cartuchos de tinta têm serviço de recolha do material usado, embora elas ainda não tenham programa de reciclagem que consiga reaproveitar todos os componentes, como plástico, metal, tinta e outros. Nesse caso, a maior parte delas armazena o produto até que consigam desenvolver uma solução e os elementos sejam reaproveitados no processo de fabricação.

Já a reciclagem de cartuchos de tonner, utilizados geralmente em impressoras de grande porte, está mais avançada. A maioria dos fabricantes já consegue reaproveitar quase 100% do material em sua cadeia produtiva. Por isso, basta entrar em contato com a empresa e informar-se a respeito dos postos de coleta.

No Brasil ainda está em discussão uma lei federal sobre o destino dos resíduos sólidos das empresas de tecnologia, por isso ainda mais importante do que dar um destino correto aos cartuchos é usá-los com consciência. Imprimir apenas quando realmente necessário, poupando o gasto de papel e de tinta.

FONTE: Nova Escola

Quarta-feira

Maneira prática de descartar o óleo de cozinha.

Endurecedor de óleo é prático, eficiente e não polui o meio-ambiente, pois evita que resíduos de óleo de cozinha sejam despejados no esgoto
Trata-se de um produto derivado da mamona (portanto natural), apresentado em flocos amarelados que, ao serem adicionados ao óleo quente, o transforma numa mistura gelatinosa. “Depois de frio, o óleo solidificado pode ser descartado no lixo”, explica Emerson Antonio Kumabe, comerciante autônomo residente na cidade paulista de Votorantim e inventor do endurecedor de óleo ecológico.

Para Carlos Mazzei, presidente e fundador da Associação Nacional dos Inventores (ANI), “o produto promete revolucionar a vida das donas de casa e de comerciantes do ramo alimentício, além de evitar problemas em redes de esgoto”. Uma vez jogado no lixo, o óleo não volta ao estado líquido, não poluindo aterros sanitários nem o solo.

Segundo Kumabe, a ideia surgiu da necessidade de um local adequado para descarte do óleo usado, sem prejudicar a natureza: “As pessoas estavam acumulando óleo em garrafas pet, sem saber exatamente onde entregá-las para reciclagem”.

FONTE: Scientific American

Embalagens "verdes" são a tendência de uso no mercado.

O uso de embalagens de plástico biodegradável ou de matéria-prima renovável já chegou à indústria de alimentos no Brasil. De olho no consumidor atento a questões de saúde e sustentabilidade, grandes indústrias estão introduzindo embalagens com menor impacto ambiental em linhas de produtos voltadas a esses nichos de mercado.A Bimbo, indústria de pães com sede no México e que no Brasil é dona das marcas Pullman, Nutrella e Plus Vita, entre outras, acaba de lançar no mercado brasileiro uma linha de pães, a Vitta Natural, com embalagens de plástico oxibiodegradável, que se decompõe em cerca de três a cinco anos, um tempo bem menor do que o plástico convencional.

"Fizemos o lançamento em uma linha de produtos premium, com grande apelo nutricional, que levam ingredientes orgânicos e integrais. Mas o objetivo é estender, de forma paulatina, para todas as linhas", diz Claudio Natale, gerente de qualidade e meio ambiente da Bimbo do Brasil. "Estamos estudando como fazer essa substituição", diz.

A Bunge Alimentos também já está trazendo sua margarina da marca Cyclus em uma embalagem biodegradável, feita de um polímero renovável, cuja base é a fermentação do amido de milho. O pote de margarina pode ser descartado no lixo orgânico e, exposto às condições ideais de calor, umidade e ação de bactérias, pode virar composto orgânico em cerca de 200 dias. "Foram dois anos de pesquisa e desenvolvimento da embalagem, que incluiu ainda a busca de fornecedores dentro e fora do País" afirma Rosa Nascimbeni, gerente de marketing de consumo da Bunge Alimentos. A nova embalagem foi submetida a testes na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), ligado ao governo paulista.A empresa detentora da tecnologia é a americana Cereplast, que produz o polímero do amido de milho. A produção dos potes está a cargo do consórcio de empresas formado pela Poly-vac, Emplal e Fibrasa. "Há uma tendência clara da indústria de alimentos, cosméticos e de itens descartáveis de buscarem resinas biodegradáveis", afirma Antonio Marcucci, diretor da Poly-vac.

OPORTUNIDADE

De todo plástico produzido no mundo - cerca de 230 milhões toneladas/ano -, apenas cerca de 0,5% é biodegradável, segundo Sylvio Ortega, presidente da PHB Industrial, empresa brasileira que desenvolveu um polímero de cana-de-açúcar 100% biodegradável. A unidade piloto da PHB Industrial, em Serrana (SP), tem capacidade para produzir 50 toneladas/ano do biopolímero, mas o plano da empresa é, dentro de três anos, ampliar a produção para 230 mil toneladas. "A demanda cresce nos países acima do Equador, especialmente entre os europeus, que precisam reduzir o volume de resíduos urbanos em 25% até 2030", diz Ortega.


O plástico biodegradável e desenvolvido a partir de outras tecnologias que poderão ser utilizadas conforme a sua necessidade e mercado.
FONTE: O ESTADO DE S.PAULO

Domingo

"Frase do ano sobre SUSTENTABILIDADE".

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Precisamos começar JÁ!

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais , torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta aonde vive...

Terça-feira

Transporte de massa que não polui.

O ônibus terá como combustível o Hidrogênio vai trafegar até 250 Km/dia e emitirá apenas vapor d'água.

Um ônibus movido a hidrogênio passará a rodar provavelmente ainda neste mês de junho numa linha convencional urbana entre os bairros do Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, e São Mateus, na zona Leste, passando pelos municípios de São Bernardo do Campo, Diadema, Santo André e Mauá, dentro da Região Metropolitana de São Paulo. O feito é inédito no Brasil e traz muitas novidades. Veículos movidos por essa tecnologia são silenciosos e não emitem poluentes. Eles lançam no ambiente apenas vapor-d’água e trazem benefícios à saúde porque não contribuem para o surgimento de doenças respiratórias, além de umidificar o ar das grandes cidades.

Ao lado dos biocombustíveis e dos veículos elétricos, o hidrogênio é visto por especialistas como uma real alternativa para os derivados de petróleo que emitem poluentes e tendem a escassear no futuro porque as reservas de óleo e gás natural são finitas, tanto pelo esgotamento de anos de exploração como pelo aumento do consumo mundial. Assim, a experiência brasileira se enquadra dentro de uma série de experimentos que são realizados pelo mundo com carros e ônibus a hidrogênio no lugar da gasolina e do diesel com o objetivo de diminuir os gases nocivos às pessoas e ao planeta.

O ônibus foi montado no Brasil com financiamento do Global Environment Facility (GEF), ou Fundo Global para o Meio Ambiente, uma agência ligada ao Banco Mundial, que financia iniciativas de desenvolvimento sustentável em vários países. “Fizemos parcerias no Brasil e no exterior para montar o ônibus e transferir tecnologia para o país porque no início o projeto era para comprar os ônibus prontos na Europa. O argumento foi que o Brasil é o maior produtor de ônibus do mundo [em 2008 foram produzidos 44.111, sendo 27.948 exportados, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)] e temos uma longa tradição na indústria de carrocerias de ônibus”, diz Carlos Zündt, gerente de planejamento da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), ligada à Secretaria dos Transportes Urbanos do Estado de São Paulo, instituição que ficou responsável pelo desenvolvimento e gerenciamento do projeto e vai colocar o ônibus a hidrogênio no corredor metropolitano exclusivo de 33 quilômetros (km). O objetivo aqui é incorporar, integrar e desenvolver tecnologia de uso do hidrogênio como combustível e preparar as empresas para esse futuro mercado.
FONTE: Agência FAPESP

Sexta-feira

Que tal comemorar colocando mais um quesito para a escolha de seu parlamentar nas próximas eleições?

No Dia do Meio Ambiente, ONGs elegem parlamentares 'amigos' e 'inimigos' da Amazônia.

Em Brasília, O Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) divulgou nesta sexta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, a primeira edição do prêmio "Amigo" e "Inimigo da Amazônia", voltado para os parlamentares que atuam no Congresso Nacional.

A lista é dividida em duas categorias: "espécies nativas", para os parlamentares da região da Amazônia, e "espécies exóticas", para aqueles de outras regiões do país.

Parlamentares amigos e inimigos da Amazônia:

Amigos: -Espécies nativas -: Senadora Marina Silva (PT-AC), Senador José Néri (PSol-PA)Deputado Sarney Filho (PV-MA).
- Espécies exóticas -: Senador Aloízio Mercadante (PT-SP), Senador Cristóvão Buarque (PDT-DF), Deputado Paulo Texeira (PT-SP), Senador Renato Casagrande (PSB-ES).

Inimigos
- Espécies nativas -: Senadora Kátia Abreu (DEM-TO), Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR); Senador Romero Jucá (PMDB-RR); Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA); Deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA).
- Espécies exóticas -: Deputado José Nobre Guimarães (PT-CE); Deputado Homero Pereira (PR-MT); Deputado Valdir Colatto (PMDB-SC); Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

Também entre os inimigos está o senador Romero Jucá (PMDB-RR), por ter, segundo os ambientalistas, liderado a bancada do governo na aprovação da MP 458 com rejeição dos destaques apresentados pela senadora Marina Silva (PT-AC), que poderiam melhorar a proposta na visão dos organizadores do prêmio.

A ex-ministra do Meio Ambiente, aliás, foi uma das premiadas como amiga da Amazônia, pelo "conjunto da obra".

No total, foram sete premiados como amigos da floresta e nove como inimigos.

"Esperamos que, nas próximas edições, possamos aumentar "OS MAIS" sobre o assunto

No Dia do Meio Ambiente, você se considera amigo ou inimigo da Amazônia?
Parlamentar "amigo" da Amazônia diz que prêmio pode "fortalecer a causa";
"inimigo" questiona isenção das ONGs e pede debate contemplados na categoria 'amigo' e reduzir os da categoria 'inimigo'", disse Esther Neuhaus, gerente executiva do FBOMS.

"Queremos mostrar para os parlamentares que a sociedade está atenta ao que eles estão fazendo e colocar um ponto de exclamação diante daqueles que têm atuação contrária à Amazônia".

Além do FBOMS, a comissão organizadora do prêmio contou ainda com integrantes do Greenpeace, Instituto Socioambiental, Imazon, MST e Amigos da Terra - Amazônia Brasileira.

Quinta-feira

Dia Mundial Sem Tabaco.

No próximo domingo (31/5) o mundo comemorará o Dia Mundial Sem Tabaco. Parece uma tendência a sensibilização das pessoas por datas marcantes e focadas.
Qual a sua colaboração para esse evento?

Que tal fazer uma atividade em sua escola ou trabalho?

Tecnologia Limpa, agende-se!